Com início junto à Ermita da Nossa Senhora do Xurés, uma igreja com perto de 600 anos e que segundo reza a lenda apenas foi construída porque foi palco de várias aparições que acabou por dar nome a esta construção...
Mas adiante, continuando a partir da Ermita e depois de passar a Ponte Porta Paredes foi tempo de iniciar a longa subida sempre junto ao Rio Villamea, apreciando as muitas cascatas que este belo Vale vai formando ao longo do caminho lá cheguei às Minas das Sombras, depois de algum tempo de repouso iniciei o trilho que me levaria até às Minas dos Carris, aqui como sempre é local de paragem obrigatória e neste caso aproveitei para almoçar e para fotografar um pouco mais destas antigas Minas e do seu Lago (Represa), no regresso decidi fazer um trajeto que me levasse a passar no Pico do Sobreiro, o 2º ponto de maior elevação na Serra do Gerês com os seus 1538 metros de altitude, alguns momentos a contemplar as vistas que este Pico do Sobreiro nos proporciona e era tempo de fazendo o mesmo trajeto pelas Minas das Sombras voltar ao ponto de partida.
Mais um excelente dia de montanha, estes é daqueles trilhos que com toda a certeza irei repetir.
Ponte Porta Paredes
Rio Villamea
Cabana das Sombras
Minas das Sombras
Antenas de Sta Eufêmia ao fundo
Curral da Amoreira
Abrigo
Abrigo
Minas dos Carris
Lago (Represa) das Minas
Nevosa e Marabaixo
Pico da Nevosa
Pico do Sobreiro
Marabaixo
Minas das Sombras
Ermita do Xurés
"Vivo a natureza integrado nela, de tal modo que chego a sentir-me em certas ocasiões, pedra, orvalho, flor ou nevoeiro, nenhum outro espetáculo me dá semelhante plenitude e cria no meu espírito um sentido tão acabado do perfeito e do eterno, eu declaro aqui a estas fundas e agrestes rugas de Portugal que nunca vi nada mais puro e mais belo do que um tufo de relva que fui encontrar um dia no alto das penedas da Calcedónia do Gerez." (Miguel Torga)
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