Iniciando na Portela do homem dirigi-me então ao Posto de Vigia de Cabeço de Palheiros, a intenção era usufruir da soberba vista sobre a Albufeira de Vilarinho da Furna e do Vale do homem mas tal não foi possível devido ao nevoeiro cerrada naquele local, decidi então seguir viagem e descendo a Costa de Palheiros fleti à direita em direção à Ponte e Ribeiro de Gramelas, pouco depois da Ponte é possível ainda hoje notar alguns vestígios da antiga Casa da Guarda de Palheiros da qual sobraram alguns calhaus, continuei para a Ponte de Palheiros e aqui aventurei-me a descer o Rio Homem até onde me foi possível, até bem perto da entrada na Albufeira, de regresso à Ponte e entrando na Mata de Albergaria percorri parte da antiga Geira Romana até à Ponte sobre o Rio Maceira onde fleti à esquerda para transpor as Pontes sobre o Rio Forno e o Ribeiro de Monção antes de chegar à belíssima Ponte...Feia com a sua localização fantástica sobre um dos mais bonitos locais do Rio Homem, depois de algum tempo a desfrutar deste local dirigi-me então até à nova Ponte de S.Miguel passando pela antiga Casa do Clube de Caçadores, depois de mais uma fotos junto ao Rio Homem segui pela curta subida que me levou de novo ao ponto de partida na Portela do Homem, sem dúvida que este será porventura um dos mais belos trilhos de todo o Parque Nacional Peneda-Gerês.
Vale do Homem
Posto de Vigia de Cabeço de Palheiros
Pena Longa e Albufeira de Vilarinho da Furna
Rio Homem
Ponte e Ribeiro de Gramelas (Palheiros)
Pena Longa
Ponte de Palheiros
Geira Romana (Milha 32)
Ponte sobre o Rio Maceira
Casa de Albergaria
Ponte sobre o Ribeiro de Monção
Rio Homem
Ponte Feia
Ponte Feia
Rio Homem
Geira Romana (Milha 33)
Antiga Casa do Clube de Caçadores
Ponte sobre o Rio Monção
Ponte de S.Miguel
Antiga Casa da Guarda
"Vivo a natureza integrado nela, de tal modo que chego a sentir-me em certas ocasiões, pedra, orvalho, flor ou nevoeiro, nenhum outro espetáculo me dá semelhante plenitude e cria no meu espírito um sentido tão acabado do perfeito e do eterno, eu declaro aqui a estas fundas e agrestes rugas de Portugal que nunca vi nada mais puro e mais belo do que um tufo de relva que fui encontrar um dia no alto das penedas da Calcedónia do Gerez." (Miguel Torga)
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário